Nigéria resgata 11 sequestrados, mas 166 cristãos continuam desaparecidos no país
- Terca-Feira, 03 Fevereiro 2026
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As autoridades nigerianas informaram ter resgatado 11 pessoas sequestradas em 26 de outubro de 2025, embora ainda haja 166 cristãos desaparecidos no país.A situação mantém o alerta sobre a violência persistente que afeta diversas regiões da Nigéria, colocada pelos EUA na lista de países de “preocupação particular” por violações à liberdade religiosa.Segundo o Exército, as vítimas resgatadas foram encontradas durante uma operação noturna ao longo da rodovia Kaduna–Abuja, onde militantes armados tentavam transferir os sequestrados por uma área de floresta sob a cobertura da escuridão.A ação militar frustrou a movimentação dos criminosos e permitiu o salvamento dos reféns.92 dias de cativeiroOs cinco homens, três mulheres e três crianças foram resgatados em Doka, após permanecerem em cativeiro durante 92 dias, depois de serem sequestrados da comunidade Gada Mallam Maman.Agentes da Guarda Noturna perceberam a movimentação dos sequestradores na escuridão, iniciaram a perseguição e conseguiram resgatar as vítimas, que já foram reunidas com suas famílias.A organização Christian Solidarity Worldwide elogiou o governo do estado de Kaduna pela iniciativa e por reforçar a segurança das pessoas que estavam sob ameaça. No entanto, muitos cristãos ainda estão desaparecidos.“A contínua prisão das vítimas restantes, bem como o medo e a apreensão que afligem suas famílias, exigem uma ação urgente para resgatá-las”, afirmou o reverendo Yunusa Sabo Nmadu, CEO da CSW na Nigéria.“Todo esforço deve ser feito para garantir a libertação de todas as vítimas de sequestro, destruir todos os acampamentos terroristas remanescentes nas áreas de floresta e livrar tanto o estado quanto a nação de um flagelo que tem devastado vidas por tempo demais.”Os sequestros para obtenção de resgate tornaram-se um grave desafio de segurança no noroeste e no centro da Nigéria, especialmente ao longo da via expressa Kaduna–Abuja, um importante corredor que conecta a capital comercial ao território da capital federal.











